quinta-feira, 30 de junho de 2011

Não aqui

Me deixas taciturna
Quando lhe procuro, aqui não estás
Torno-me solitária
Quando lhe procuro, aqui não estás
Porque a derradeira pode chegar em breve e
Quando lhe procuro, aqui não estás
Sempre me pego a pensar, nas lembranças que não foram vividas
Quando lhe procuro, aqui não estás
Te escrevo, te descrevo, te desejo mas
Quando lhe procuro, aqui não estás
Mas continuo para que quando lhe procure
Aqui estejas.



quinta-feira, 16 de junho de 2011

O manto

Não irei sentar-me a este banquete
Não quero me sentar à consoada
Não quero que a noite desça
Aguado-a como um fato cotidiano
Mas por já tê-la visto
Afasta-te de mim, oh noite sem luar
Não me tornarás sorumbático
Sigo sentado para o banquete dos céus
E se chegares, senhora
Não me levarás consigo.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

O que as almas sentem

Não consigo me recompor
Com você por perto
Meu sorriso se abre
Meu coração também

Mas não consigo esconder
A felicidade que você me faz sentir
Quando estou com você
Disso não posso fugir

Você pode querer me evitar
Eu também quis
Mas não posso negar
É você quem me faz sonhar

E se ficaremos juntos ou não
só o destino saberá
Pois o que eu sinto,
É o que as almas sentem
e o que o coração aprendeu
e passou a gostar de sentir.

Só quero que nossas almas se enlacem
Nossos pensamentos sejam compartilhados
Assim como nossas vozes e nossos corações.













*Poesia inspirada na música " O que as almas sentem" da banda Evokes.
Caso queira conhecer a música e a banda: http://www.youtube.com/watch?v=RF1e6uVtPgw